sábado, 28 de setembro de 2013

Tecladista Ferra


A carreira deste tecladista é fantástica. Ele entrou para uma das maiores e melhores bandas de rock progressivo da história, o Yes, e com o sucesso e o reconhecimento ganhos em suas performances com a banda, iniciou uma carreira solo única - talvez a mais consistente dos escolhidos aqui. Ele participou dos principais discos da banda, os mais clássicos. Confira todo o talento dele por exemplo em "Cans And Brahms", adaptação de obras clássicas, ou em "Siberian Khatru". Mas seus discos solo são uma história a parte - confira, por exemplo, o fantástico álbum conceitual "Journey To The Centre Of The Earth" e você entenderá. De quebra, ainda participou de um álbum clássico do Black Sabbath - "Volume 4". Medalha de prata para Wakeman, que além de tocar bem ainda ensinou seus filhos a tocar - e eles estão por aí, seja substituindo-o no Yes ou tocando para Ozzy!

Um dos melhores teclas do mundo


1 - Jon Lord - Deep Purple, Whitesnake

Ah, meu tecladista preferido fazia duelos de solos com Ritchie Blackmore. Organizou o famoso disco "Concerto For Group And Orchestra", uma das primeiras tentativas de se unir a música clássica com o rock. Suas performances ao vivo são imbatíveis: nem mesmo Rick Wakeman o superava, na minha modesta opinião. Vejam seu talento em diversos clássicos do Deep Purple, como "Speed King" (duelo incrível com Blackmore), "Child In Time",  "Highway Star" (um dos solos mais incríveis - outro grande duelo), e "Perfect Strangers" (esta introdução chega a me dar arrepios quando escuto, incrível!). A medalha de ouro não podia ir para outro senão Jon Lord, o lorde inglês dos teclados. Lamentavelmente ele não está mais na ativa com o Deep Purple, e ainda está lutando contra um câncer. Vamos torcer que ele derrote esta doença e nos presenteie com mais anos de seu talento. Longa vida ao mestre!!


 Mais uma lista de dez mais chega ao fim; cobrimos agora os tecladistas. Em breve falaremos dos vocalistas e dos guitarristas e fecharemos o ciclo. Todos tem direito de discordar (estamos numa democracia, ora!), as listas são construídas do meu gosto pessoal, e eu não tenho nenhum conhecimento técnico de música. Deixem nos comentários seus tecladistas preferidos. Até a próxima lista!

domingo, 22 de setembro de 2013

BANDA A TEMPORAN AGURDEM O NOSSO PREMEIRO CD


Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.
Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Os Melhores Bateras do Mundo

1. Joey Jordison (Slipknot/Korn/Rob Zombie)




2. Mike Portnoy (Dream Theater)

3. Gavi Harrison (Porcupine Tree)


4. Neil Peart (Rush)


5. Dave Grohl (Nirvana/Foo Fighters/ The Crooked Vultures)



O Sonho Não Pode Morre a Temporan banda

ROCK CRISTÃO INTERNACIONAL ALGUMAS DAS BANDAS

Rock cristão









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Rock cristão é um estilo musical que procura combinar a musicalidade e o ritmo do Rock and roll com a temática de letras cristãs.
Musicalmente é difícil definir o Rock Cristão. Dentro deste termo co-existem diversos grupos, cada um seguindo um subgênero do Rock. Por isso o termo Rock cristão é uma espécie de "guarda-chuva", englobando bandas muito diferentes, mesclando tendências que vão do Blues tradicional ao Rock alternativo e do Pop ao Heavy Metal.
Além desse problema na definição, as bandas de Rock cristão, não raro, mudam de estilo ao longo da carreira, adequando-se ao gosto do público ou adaptando-se conforme ocorrem mudanças em suas formações.
Origens[editar]

O Rock Cristão surgiu nos meados dos anos 60, acompanhando as tendências musicais dos anos 60 e o movimento Hippie. Muitos dos primeiros grupos eram integrantes do Jesus Movement, movimento que surgiu no rastro da contra-cultura hippie e que buscava oferecer uma perspectiva de vida cristã aos jovens desestimulados com as propostas de paz e amor baseados em drogas e sexo livre.
As primeiras bandas foram mal recebidas pelas igrejas protestantes, pois o Rock era tido como "música do diabo" e associado com um comportamento socialmente repreensível.
Com o tempo a música foi ganhando credibilidade por, entre outros motivos, ser meio de aproximação dos jovens ao cristianismo.
A partir dos anos 1980 as bandas do Rock cristão foram gradualmente se contextualizando e angariando uma aceitação do público protestante cada vez maior.

Começaram a atrair o interesse da mídia e de gravadoras seculares, conseguindo grandes contratos, maior exposição e sucesso internacional. Muitas bandas novas surgiram e continuam surgindo, consolidando o gênero e dissociando-o cada vez mais do seu ambiente eclesiástico original.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

LINDAS GUITARRAS VOCÊ PODE VELAS AQUI NO BLOGGER


História do pop rock no Brasil

No início da década de 90, a MTV chegava oficialmente ao nosso país trazendo clipes e 
shows de astros da música 
estrangeira e veiculando clipes de artistas brasileiros já consagrados como Caetano Veloso, 
Marina, Ed Mota e das grandes bandas sobreviventes dos anos 80. Quando pensamos em 
década de 90, logo nos vem na mente o movimento que a música sertaneja romântica formatou 
no início da década, no Axé Music baiano que invadiu as rádios de todo o país e no pagode 

que pegou carona nas rádios populares até o fim dos anos 90.

Porém durante esta mesma década, o pop rock nacional continuou efervescendo sua 

criatividade, apesar de um mercado mais escasso em comparação às três décadas
 anteriores. Em 1992, uma banda de reggae mineiro lançou um cd independente intitulado
 “Skank”, o trabalho era tão bom que a Sony relançou o disco; em 1995, o segundo
 trabalho da banda Calango atingiu 1,2 milhão de cópias vendidas com músicas Te Ver, 
Jackie Tequila, Pacato Cidadão, Esmola, Amola e a regravação do rei É Proibido Fumar; Em
 1996, a banda bateu recorde de vendas com o cd “Samba Poconé”, atingindo 1,8 milhão

 de cópias vendidas, e a música Garota Nacional estourou no país inteiro.

 Em Recife, surgiu o movimento “mangue beat”, com bandas como Chico

 Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, que apresentavam uma 
mistura de maracatu e música pop. No Rio de Janeiro, em 1993, Gabriel
 O Pensador, surgia no cenário musical com rap´s como o rap do Playboy,
 Loira Burra, To Feliz Matei o Presidente. Os Titãs antes de mergulharem 
no acústico MTV e em releituras musicais, lançaram o selo “Banguela” 
dentro da gravadora WEA, com o propósito de lançar novos talentos, 

deste projeto surgiram os Raimundos e o primeiro cd do Mundo Livre.

    O Rock pesado ficou por conta da banda Planet Hemp, liderada por

 Marcelo D2, hoje em carreira solo, e Bnegão, a banda foi perseguida
 pela justiça por fazer músicas sobre usuários de drogas. Em 1995, os
 Mamonas Assassinas estouraram em todo país trazendo um rock lúdico
 juvenil, venderam 2,6 milhões de discos, os hits Vira Vira, Pelados em 
Santos e Robocop Gay tocavam em todas as rádios. Nesta década ainda
 surgiram o Jota Quest, Patofu, O Rappa, Los Hermanos e outros artistas 
que fizeram a fusão do rock-reggae-mpb.

Curso de Contra Baixo




como tocar Contra-baixo de uma maneira rápida e sem mistérios. Este curso é destinado à pessoa que nunca teve contato com instrumento.
Com ele você vai aprender passo a passo como tocar este maravilhoso instrumento e rapidamente conseguir tocar musicas no contra-baixo.
As aulas serão explicadas de forma didática no esquema passo a passo e de forma muito interativa, deixando assim o curso muito mais agradável e amigável para o aluno.
Tente seguir cada dica que será passada para que não haja dúvidas nas aulas futuras, afinal, temos que fazer bem feito para fazer só uma vez.

Aula 01
Nesta aula vamos ver os conceitos básicos do instrumento como: História do contra-baixo, as partes do contra-baixo, as notas e seus nomes, conhecer o braço do instrumento, conhecer as mãos e suas funções e fazer o exercício I de técnica.
No final de cada aula haverá uma planilha de dicas de estudo para uma semana, ou seja, você seguindo as opções da planilha você terá um melhor aproveitamento do conteúdo. Vale a pena lembrar que se você sentir que o que está sendo passado já é de seu conhecimento, você já pode ir passando para as outras aulas.
História do Contra Baixo
Até os anos cinqüenta, sempre que um baixista arrumava um trabalho, era sempre o mesmo drama para carregar um gigante de madeira, desajeitado e pesado, até o local da gig. Se fosse em outra cidade, o risco que todos os músicos correm até hoje: o descaso dos funcionários do trem, ônibus, navio ou avião com o transporte da bagagem. Sobrevivendo à viagem, havia o problema do volume um tanto discreto do instrumento não microfonado – em se tratando de uma banda – execução e entonação, com sua longa escala sem trastos e cordas altas.
Foi então que um homem mudou para sempre o mundo da música dando ao contrabaixo um status até então desconhecido. Leo Fender, um técnico em eletrônica de 42 anos do sul da Califórnia, lançou, no fim de 1951 o mais revolucionário instrumento musical do século XX. Inspirado na guitarra elétrica Telecaster, a primeira de corpo sólido com características contemporâneas, que ele colocara no mercado apenas um ano antes, Fender criou a guitarra baixo elétrica, ou simplesmente baixo elétrico. Batizando-o de Precision, já que os trastos em sua escala de 34 polegadas permitiam precisão nas notas, rapidamente tornou-se conhecido entre os músicos, passando a ser chamado por eles de Fender Bass, por algum tempo. O tamanho da escala, considerada ideal até hoje, foi escolhido após muitas pesquisas e testes de erro e acerto por Leo e seu companheiro, George Fullerton. As escalas de 30 polegadas não permitiam que a corda vibrasse o esperado para produzir um bom som e a de 36 polegadas dificultava o músico, pelo tamanho das casas.
Seu desenho era arrojado e totalmente diverso do contrabaixo tradicional, assim como das tentativas fracassadas feitas anteriormente por Ampeg, Gibson, Audiovox e Regal. Seu corpo em ash com dois recortes, para permitir o acesso às notas mais agudas, braço em maple fixado ao corpo por quatro parafusos, com tarraxas Kluson de um só lado da mão e um captador em Alnico (liga de alumínio, níquel e cobalto) com controles de volume e tonalidade. Ele era ligado a um amplificador desenhado especialmente por Fender para reproduzir as freqüencias mais baixas do instrumentos (Bassman Amp), lançado na mesma época. O baixo elétrico nasceu pronto, sem que fosse necessária nenhuma evolução, como aconteceria com a guitarra, o órgão, e até mesmo a bateria. Se você tiver curiosidade de comparar o Fender Precision 51 com um modelo atual, verá que as modificações feitas foram meramente cosméticas ou ocasionadas pelo natural desenvolvimento tecnológico, sem alterar a concepção inicial. Não houve, na verdade, um protótipo, mas um modelo perfeito e definitivo.
Convidado por Leo Fender a visitar sua fábrica e experimentar o Precision Bass, o baixista William “Monk” Montgomery (irmão do guitarrista virtuose Wes Montgomery) foi um dos primeiros a divulgar o novo instrumento pelos EUA e Europa.
Apesar do baixo elétrico ser um instrumento novo ele já conquistou o mundo e evoluiu drasticamente nos anos que se passaram. Com isso ele que era apenas um instrumento acompanhante passou também a assumir a frente com melodias, acordes e muitos outros elementos que o deixa tão atraente.
Aqui neste curso iremos aprender qual a função real e principal do baixo elétrico, só depois nos outros cursos iremos aprender suas evoluções e as mil possibilidades de se executar este instrumento.
CONHECENDO O CONTRA-BAIXO

NOTAS E SEUS NOMES
Agora iremos aprender as notas musicais e seus símbolos:
C Dó
D Ré
E Mi
F Fá
G Sol
A Lá
B Si
# sustenido (aumenta a nota em meio tom, ou seja, uma casa do instrumento)
b bemol (diminui a nota em meio tom, ou seja, uma casa do instrumento)
CONHECENDO O BRAÇO DO INSTRUMENTO
No braço do instrumento iremos aprender apenas duas coisas:
Os trastes (são estes ferrinhos que ficam presos no braço)
As casas (são os espaços entre dois trastes)

CONHECENDO AS MÃOS E SUAS FUNÇÕES
Iremos agora conhecer as mãos e suas funções, neste caso falando do músico destro. No caso de você ser canhoto, peço para inverter tudo que eu mostrar.
Mão Direita
I - INDICADOR
M - MÉDIO
Mão esquerda
1 - INDICADOR
2 - MÉDIO
3 - ANULAR
4 - MÍNIMO
Observe a figura abaixo:

Mais adiante veremos como aplicar isto ao instrumento. Minha idéia agora é passar os conceitos básicos para que possamos a ver a pratica rapidamente.
EXERCÍCIOS DE TÉCNICA I
Agora iremos estudar alguns exercícios de técnica. Primeiramente vou explicar alguns conceitos básicos sobre as mãos direita e esquerda. Temos que observar que tudo que vou mostrar é para a pessoa destra, no caso da pessoa ser canhota é só inverter tudo que eu mostrar.
Mão Direita

Na mão direita iremos tocar com os dedos Indicador e Médio.
Como estudar?
Veja a abaixo alguns exercícios:
1º – toque as cordas soltas usando os dedos I M sempre alternando. Toque livremente sem contagens ou repetições padronizadas.
2º – agora toque 2 vezes em cada corda.
3º – toque agora 4 vezes em cada corda.
Mão Esquerda

Na mão esquerda iremos usar os 4 dedos, ou seja, o Indicador, Médio, Anular e Mínimo. Como mostra a figura lá em cima, cada dedo será representado por um número: 1 2 3 4.
Como estudar?
Veja abaixo algumas seqüências para Mão Esquerda. Toque com a mão direita sempre alternando.
1º -    1 2
2º -    1    3
3º -    1    4
4º -    2    3
5º -    2    4
6º -    3    4
7º -    2    1
8º -    3    1
9º -    4    1
10º -    3    2
11º -    4    2
12º -    4    3
Agora vamos fazer uma seqüência usando os 4 dedos;
1º –     1    2    3    4
2º -    4    3    2    1
toque estas seqüências no braço todo pensando sempre na qualidade do som e da execução.
Veja o vídeo:

Benefícios:
Com este estudo você ganhará:
- Familiarização com o instrumento
- Conseguirá tirar sons do instrumento
- Se preparar para tocar notas e melodias
PLANILHA DE ESTUDOS SEMANAIS
Opção 1
2 horas de estudo por dia
30″ – estudo das notas
30″ – estudo da história do contra-baixo e suas partes
60″ – técnicas I
Opção 2
1 hora de estudo por dia
15″ – estudo das notas
15″ – estudo da história do contra-baixo e suas partes
30″ – técnicas I
Opção 3
1/2 hora de estudo por dia
05″ – estudo das notas
05″ – estudo da história do contra-baixo e suas partes
20″ – técnicas I
Dicas do Professor:
“Vale a pena lembrar que é muito mais válido o aluno estudar nem que seja um pouquinho por dia, do que ficar dias sem estudar e depois pegar o instrumento. Quando o estudo é gradativo, porém constante, o aluno ganha muito com isso “

Aula 02

Nesta aula iremos aprender quais são as cordas do contra-baixo, como afinar o contra-baixo, quais são 12 notas musicais, como achar as notas no braço e tocar a nossa primeira música.
CONHECENDO AS NOTAS NO BRAÇO DO INSTRUMENTO
Já estamos bem próximos de tirar os primeiros sons do contra-baixo. Vamos agora aprender as notas no braço do instrumento. Primeiramente vamos ver os nomes das cordas soltas.
Observe que mostrei apenas as cordas soltas. Tente memorizá-las para que possamos passar para a próxima etapa.
COMO AFINAR O CONTRA-BAIXO
Agora iremos aprender como afinar o nosso contra-baixo. Já que aprendemos quais são os nomes das cordas soltas, agora iremos afinar uma por uma.
Veja o vídeo e tente deixar o som de sua corda igual ao do vídeo. Vale a pena observar que afinar o instrumento requer certa concentração e costume, por isso não se preocupe se isso demorar um pouco, tente aproximar o som do seu baixo o máximo que conseguir.

Agora que o seu baixo está afinado, vamos continuar o trabalho. Boa sorte!!!
AS 12 NOTAS MUSICAIS
Agora iremos aprender algo que irá usar sempre na sua vida musical. Com as 12 notas musicais podemos fazer tudo o que quisermos, tudo que a gente houve saiu destas 12 notinhas, por isso temos que entender e aprender como usá-las a nosso favor.
1           2         3         4          5      6          7          8          9          10        11       12
C      C#/Db      D      D#/Eb      E      F      F#/Gb       G      G#/Ab      A      A#/Bb      B
Observe que as notas 2,4,7,9 e 11, estão juntas, ou seja, elas são notas de mesmo som e com nomes diferentes. Isso na pratica não muda muito, o que vai mudar é na teoria.
APLICANDO AS 12 NOTAS MUSICAIS AO BRAÇO DO INSTRUMENTO
Vamos agora aprender como passar estas 12 notas ao braço do instrumento, com isso iremos conseguir enxergar e tocar todas estas notas no braço do instrumento.
Vamos a algumas dicas:
Na tabela das 12 notas musicais, cada numero correspondem a uma casa do braço, ou seja, meio tom. Então entendemos que na tabela das 12 notas, nós temos notas que sobem de meio em meio tom.
Vamos imaginar que nós temos que achar as notas na corda MI (quarta corda solta). Primeiramente nós achamos a nota (E) na tabela e depois se pegarmos a próxima nota na tabela teremos a nota (F), e esta nota no braço do instrumento se encontra na primeira casa na corda (MI). Se pegarmos a outra nota na tabela, teremos a nota (F#/Gb) e no braço também iremos subir mais uma casa, ou seja, a segunda casa da corda (MI).
Veja a ilustração abaixo:

Observe que na ilustração acima temos todas as notas no braço do instrumento, porém, vamos tentar aprender sozinho para que fique pra sempre. Com certeza se a gente for aprendendo parte por parte ficará muito mais fácil do que aprendermos tudo de uma só vez.
Como Estudar?
Neste estudo iremos primeiramente encontrar as notas usando as quatro primeiras casas e cordas soltas.
1º – Você já conhece as cordas soltas?

Agora vamos achar as notas na corda MI e na corda LÁ.
Corda MI – tente achar as notas:
F    -    G    -    G#    -    F#    -    Ab
Corda LÁ – tente achar as notas:
C    -    Db    -    Bb    -    B    -    C#
Tente achar e tocar estas notas no seu instrumento. Observe que não passamos da quarta casa.
Já conseguiu?
Ok!
Agora vamos juntar as notas das duas cordas:
G    -    Bb    -    A    -    F#    -    C    -    Ab    -    B
Toque esta seqüência de notas.
2º – Agora vamos achar e tocar as notas nas cordas RÉ e SOL.

Corda RÉ – tente achar as notas:
E    -    Eb    -    F    -    F#    -    D
Corda SOL – tente achar as notas:
A    -    G    -    B    -    Bb    -    A#
Está ficando fácil?
Agora vamos juntar as cordas RÉ e SOL.
E    -    B    -    D#    -    G    -    F#    -    A#    -    Eb
Benefícios:
Com este estudo você ganhará:
- Agilidade em encontrar as notas em uma determinada região do braço
- Aprendizado progressivo e eficaz
- Possibilidades de tocar uma música a qualquer momento.
TOCANDO UMA MÚSICA COM APENAS 7 NOTAS – TWIST AND SHOUT – BEATLES
Vamos agora tocar nossa primeira música usando as notas que aprendemos.
A música que iremos trabalhar se chama Labamba, é muito conhecida e com certeza irá gostar de tocar ela no baixo. Na verdade o que proponho aqui é que faça um groove dela e você verá que o baixo é mais interessante do que você imagina.
Como Estudar?
1º – Ache estas notas no braço:

C – E – G – F – A – D – B
2º – Agora ache as notas na seqüência:

C – E – G – F – A – G – G – B – D – F – F – E – D – C
Observe o vídeo e tente fazer igual…

PLANILHA DE ESTUDOS SEMANAIS
Opção 1
2 horas de estudo por dia
15″ – estudo das notas
15″ – estudo afinando o instrumento
30″ – procurar as notas no braço
30″ – estudo das técnicas
30″ – estudo da música
Opção 2
1 hora de estudo por dia
10″ – estudo das notas
10″ – estudo afinando o instrumento
10″ – procurar as notas no braço
15″ – estudo das técnicas
15″ – estudo da música
Opção 3
1/2 hora de estudo por dia
05″ – estudo das notas
05″ – estudo afinando o instrumento
05″ – procurar as notas no braço
05″ – estudo das técnicas
10″ – estudo da música

Aula 03
Nesta aula iremos aprender as notas na segunda região, exercícios de técnica II e tocar a segunda música.
CONHECENDO AS NOTAS NA SEGUNDA REGIÃO
Agora iremos aprender as notas na segunda região do braço, ou seja, nas casas 5, 6, 7, 8 e 9.
Como Estudar?
Neste estudo iremos primeiramente encontrar as notas usando as casas 5, 6, 7, 8 e 9. Agora não usaremos cordas soltas.
1º - Você já conhece o esquema? Mãos a obra!!!

Agora vamos achar as notas na corda MI e na corda LÁ.
Corda MI – tente achar as notas:
A    -    B    -    Bb    -    C     -    C#
Corda LÁ – tente achar as notas:
E    -    F    -    D#    -    D    -    F#
Corda RÉ – tente achar as notas:
A    -    G#    -    B    -    Bb    -    G
Corda SOL – tente achar as notas:
D    -    Db    -    E    -    Eb    -    C
Agora vamos juntar as cordas MI e LÁ:
B    -    D    -    C    -    E    -    Eb    -    A#    -    F
Agora vamos juntar as cordas RÉ e SOL.
A    -    G    -    D#    -    B    -    C    -    Ab    -    E
Benefícios:
Com este estudo você ganhará:
- Agilidade em encontrar as notas em uma determinada região do braço
- Poderá aumentar as opções de notas pelo fato de ter aprendido as notas em uma nova região
- Aprendizado progressivo e eficaz
- Possibilidades de tocar uma música a qualquer momento.
EXERCÍCIOS DE TÉCNICA II
Agora iremos estudar outras seqüências de dedos na mão esquerda. A idéia é que você crie independência nos dedos e consiga a mesma qualidade em todos eles.
Como Estudar?
Veja abaixo algumas seqüências para Mão Esquerda. Toque com a mão direita sempre alternando.
1º -    1    2    4    3
2º –     1    3    4    2
3º -    1    4    2    3
4º –     1    4    3    2
Benefícios:
Com este estudo você ganhará:
- Familiarização com o instrumento
- Conseguirá tirar sons do instrumento
- Se preparar para tocar notas e melodias

Dicas do Professor:
“Neste curso contra-baixo sem mistérios, eu não quero envolver elementos que venha complicar o aprendizado, por isso estou usando uma didática bem simples e direta. O nosso objetivo aqui é fazer o aluno tocar rapidamente. Só depois ele vai aprender todos os elementos detalhadamente.”
TOCANDO UMA MÚSICA USANDO AS DUAS REGIÕES – STIR IT UP – BOB MARLEY
Vamos agora tocar uma música usando as duas regiões que aprendemos…
Como Estudar?
1º – Ache estas notas no braço:
G – B – C – E – D – F# – A
2º – Agora ache as notas na seqüência:
G – G – B – B – C – C – B – B – C – E – G – D – F# – A
Observe o vídeo e tente fazer igual…
PLANILHA DE ESTUDOS SEMANAIS
Opção 1
2 horas de estudo por dia
30″ – notas na segunda região
30″ – técnicas II
60″ – música stir it up
Opção 2
1 hora de estudo por dia
15″ – notas na segunda região
15″ – técnicas II
60″ – música stir it up
Opção 3
1/2 hora de estudo por dia
05″ – notas na segunda região
10″ – técnicas II
15″ – música stir it up

Aula 04
Nesta aula iremos aprender exercícios de técnica III, notas na terceira região e iniciação à leitura.
EXERCÍCIOS DE TÉCNICA III
Agora iremos estudar as técnicas só que com uma combinação de 8 dígitos. Primeiro toque as 8 notas para depois saltar.
Como Estudar?
Veja abaixo algumas seqüências para Mão Esquerda. Toque com a mão direita sempre alternando.
1º -    1    2    3    4    2    3    1    4
2º -    4    3    2    1    3    2    4    1
Toque estas seqüências no braço todo.
Veja o vídeo:

Benefícios:
Com este estudo você ganhará:
- Familiarização com o instrumento
- Conseguirá tirar sons do instrumento
- Se preparar para tocar notas e melodias
CONHECENDO AS NOTAS NA TERCEIRA REGIÃO
Agora iremos aprender as notas na terceira região do braço, ou seja, nas casas 10, 11, 12, 13 e 14.
Como Estudar?
Neste estudo iremos primeiramente encontrar as notas usando as casas 10, 11, 12, 13 e 14. Continuaremos sem usar cordas soltas.
1º – Você já conhece o esquema? Mãos a obra!!!
Agora vamos achar as notas nas cordas.
Corda MI – tente achar as notas:
D    -    E    -    F#    -    D#    -    F
Corda LÁ – tente achar as notas:
A    -    G#    -    A#    -    G    -    B
Corda RÉ – tente achar as notas:
C    -    D    -    E    -    Db    -    Eb
Corda SOL – tente achar as notas:
F    -    G    -    F#    -    A    -    G#
Agora vamos juntar as cordas MI e LÁ.
E    -    G    -    A    -    A#    -    D#    -    F    -    B
Agora vamos juntar as cordas RÉ e SOL.
D    -    C    -    F    -    A    -    C#    -    E    -    Db
Benefícios:
Com este estudo você ganhará:
- Agilidade em encontrar as notas em uma determinada região do braço
- Poderá aumentar as opções de notas pelo fato de ter aprendido as notas em uma nova região
- Aprendizado progressivo e eficaz
- Possibilidades de tocar uma música a qualquer momento.
INICIAÇÃO À LEITURA
Vamos neste tópico ver alguns conceitos básicos de leitura como nomenclatura e coisas básicas para que possamos começar a infiltrar neste mundo interessante que é a escrita e leitura musical.
Veja abaixo alguns símbolos e seus nomes. O objetivo aqui não que você saia tocando e lendo a partitura, isso é apenas uma introdução para que possa ir familiarizando com a leitura.

Se preocupe apenas em memorizar estes símbolos para depois quando começarmos a trabalhar com leitura isso já estar resolvido e condicionado em sua mente.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013


As populares e versáteis guitarras se originaram a partir de um instrumento musical de origem espanhola. A vihuela, como era denominada, se originou por meio de outros dois instrumentos mais antigos ainda: o “ud”, com cinco cordas, muito popular no Oriente Médio, e a “cozba”, um aparelho musical romano.
As guitarras elétricas surgiram em 1930, como uma modificação do próprio violão. Os primeiros modelos geravam um som  muito suave e baixo, algo bem diferente do que conhecemos hoje em dia. Para ampliar a potência sonora do instrumento, no mesmo foram colocados captadores (espécies de minúsculos microfones). Isso gerou um pequeno problema, pois estes dispositivos faziam os bojos das guitarras vibrarem, provocando a famosa alteração sonora chamada “feedback”. Para solucionar tal problema, o famoso músico norte-americano Les Paul criou o corpo maciço da guitarra, o que deixou o instrumento na forma como conhecemos atualmente.